A leitura e a escrita são duas práticas, que precisam fazer parte da vida dos alunos, precisam se fazer presentes em seus diversos contextos em que eles se encontram, seja na escola, no lar, nos meios sociais em que esse aluno é inserido, onde ele possui várias oportunidades tanto de leitura como de escrita.
Diante do ambiente escola em que o aluno se encontra, a prática da produção de textos, precisa está inserida em um contexto mais dinâmico e expansivo, no sentido de fazer com que o escritor iniciante tenha um acesso cada vez maior e freqüente da prática da escrita, e que esta passe a ser uma atividade prazerosa e também um meio usado pelos alunos como a possibilidade de expressão dentro e fora da escola.
Atualmente, ainda se fala de produção textual , como uma atividade que trás ao aluno certa desmotivação, onde na escola os mesmos não possuem interesse para produzirem seus próprios textos, fazendo com que a leitura e a escrita ser tornem deficientes e eles cresçam com essa negatividade de que ler é ruim e escrever mais ainda. Como fazer com que esses educandos tenham vontade, interesse, motivação para produzirem textos? Quem será o agente responsável por esse ensino? E o que ele deve fazer? Esses e outros questionamentos são respondidos dentro de uma ambiente muito conhecido no meio da sociedade, que é a escola, ou qualquer ambiente de ensino, que se promova ali o ato de escrever.
Ainda vivemos em uma sociedade onde a oralidade possui força em diversas utilidades, principalmente, nos mais diversos meios e maneiras de se comunicar o que se deseja, escolhe-se o diálogo como prática, mas, a escrita vem ganhando um espaço, que é conquistado com o trabalho de profissionais que durante vários anos ,acreditam que ela possa ser uma maneira de se expressar também presente no dia a dia, de todos aqueles que querem fazer dela, uma prática em suas vidas.
Na sala de aula, a escrita tem que ser vista e aprendida de forma bastante prática, os alunos precisam escrever aquilo que realmente eles usam no seu cotidiano, ou seja, bilhetes deixados para os parentes, lista de compras, bula de remédio precisam ser entendidas, receitas dos médicos, cartas, e-mails, scraps, poesias, textos reflexivos, literatura clássica e contemporânea, todos esses itens e muito mais precisam está presente na vida cotidiana da escola, como forma de fazer com realmente o ambiente de ensino seja algo voltado para a verdadeira vida do aluno e que não traga uma experiência sem sentido, sem valor e contribuição para esse estudante.